A man marries himself after fiance breaks his heart and leaves him at the last minute.

A Brazilian Dr. Diogo Rabelo from Bahia, Brazil got hitched to himself and promised to take care of his better half, which is of course him only.

33 years old Diogo is going viral across social media sites for his high spirits after he married himself in a ceremony attended by his family and loved ones. Rabelo decided to go through the wedding, which approximately cost 350,000 BRL, even after his fiancée Vitor Bueno broke off their engagement in July after a series of fights.

Rabelo, who specializes in cosmetic procedures such as Botox and facial fillers, has since shared several photos and videos from his wedding on Instagram, which have gone viral.

Photos and videos of his wedding have delighted many online, spreading positivity." The good thing about marrying you is that there are no protocols! You have the freedom to have fun any way you want, and am I wrong? There was a bouquet of flowers YES!” he wrote in a post where he is seen holding a bouquet and tossing it to the wedding party, a ritual mostly reserved for brides.

 
 
 
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A mim, Eu acredito que tudo seja vaidade. Tudo é efêmero e só o desconhecido, que procuro conhecer, me traz a paz em saber que Ele é eterno, Deus. E o que me liga a Deus se não a manifestação do amor? Por isso eu me desapego para ir ao encontro do criador. Eu me desapego de uma ilusão de felicidade, onde 1 + 1 = 1. Eu me desapego da ostentação, eu me desapego do orgulho e eu me entrego à humildade. Eu tenho a mim o que Nietzche afirma sobre “alegria trágica”, como aquele que celebra a vida porque ela é frágil, finita e sem sentido, ou seja, ser feliz, perdoar, acreditar, amar é uma escolha, e a nossa vida é feita de nossas escolhas, simples. Mas, Diogo, se a vida é sem sentido, qual seria o sentido disso tudo? Viver é perder-se. É preciso ter coragem para descobrir seu sentido. É preciso beber da vida para saber seu gosto. É preciso entregar as fichas para alguém e ser traído para saber o valor das suas fichas. A gente cresce na experiência, e quando me perguntares por que tatuei “pain" em meu braço, é para lembrar de que a evolução, infelizmente, vem com dor e choro. Chega um momento em nossa vida que para continuarmos é necessário largar nossos hábitos, vícios, lembranças e traumas para poder seguir adiante. E este ato simbólico de casar comigo mesmo é o meu ponto mais alto de expressão ao meu amor próprio. Eu aprendi que tenho o meu valor e que eu não preciso ser amado por ninguém para me sentir bem. E vou além: eu não preciso mudar minha personalidade ou o meu jeitinho de ser para que alguém possa ficar comigo. Eu descobri o meu valor e eu amo quem eu sou, eu amo a minha história, de onde eu vim, pelo o que passei, e tenho foco aonde eu quero chegar. E para finalizar, eu afirmo o meu maior desejo: que eu nunca deixe de acreditar no amor. Que eu perca a razão, que eu perca a cabeça, mas que eu não perca o amor. “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”, sim, hoje está sendo um dos dias mais felizes da minha vida, pois eu estou com as pessoas que mais amo nessa vida, celebrando o que poderia ser uma tragédia, mas fiz uma comédia ????

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He said in one of his post about the wedding that, "There comes a time in our life that in order to continue it is necessary to let go of our habits, addictions, memories, and traumas in order to move on. And this symbolic act of marrying myself is my highest point of expression for my self-love,".

 
 
 
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"Essa será uma cerimônia um tanto diferente do que nós estamos acostumados a presenciar. Geralmente se espera encontrar aqui na frente um par. E aqui você está. Por ocupar esse lugar nada convencional, alguns podem achar tudo isso estranho ou até mesmo questionar a necessidade. Mas outras pessoas, talvez por serem mais sensíveis, ou mesmo por curiosidade, aproveitam um momento como esse para refletir e pensar sobre nosso próprio percurso. Em muitas culturas humanas, a pessoa, o herói da sua própria estória, precisa de um momento para se encontrar. Para os espartanos era chamado agoge. Os aborígenes australianos adotaram o termo inglês: walkabout, que significa, literalmente, vagar sem rumo até o momento de uma revelação. Fazer uma jornada. Então, essa cerimônia é na verdade, uma forma de expressão de duas necessidades humanas: o auto-conhecimento e a comunhão. Quando conversei com sua avó e tias, Diogo, elas me disseram que uma vez que você disse uma frase para elas que as marcou muito. Numa viagem, a sua tia, Simone, te agradeceu pelos momentos que você havia proporcionada à família em uma viagem e você respondeu: “Tia, a felicidade só é real quando compartilhada”. A descrição dessa cena também me marcou. Porque essa frase que você disse, Diogo, foi citado num livro e filme que descrevem uma jornada solitária de um jovem em busca do auto- conhecimento. Ao se lançar no mundo, abandonando tudo pra entender o que seria de fato essencial ao ser humano, a conclusão que aquele jovem chega é essa: “A felicidade só é real quando compartilhada”. Sozinhos somos muito menos do que podemos ser. Precisamos das pessoas certas do nosso lado. E as pessoas certas não são aquelas que nos completam, a nossa outra metade. As pessoas certas são aquelas que nos amam tanto que nos permitem que nós nos amemos. Ao nosso lado, faz bem aquela pessoa saudável. Que sabe se cuidar, que se conhece, que não despeja em nós suas frustações, suas expectativas. É isso que estamos celebrando hoje: O seu amor-próprio. Seu caminho e aprendizado até aqui. Seu encontro consigo mesmo. Hoje vamos celebrar como todo casamento deveria começar: pela promessa de amar, cuidar e respeitar a si próprio"

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